Relatório Clássico Anual – 2013

2013-01

Desde que eu me entendo por gente, talvez esse tenha sido o ano que acabei por aceitá-lo do jeito que foi, não penso que ele deveria ter sido melhor ou que foi pior em comparação aos outros, esse ano foi o que tinha que ter sido e fico feliz por isso.

2013 foi um ano de mudanças geográficas, ideológicas… e o acabo com o sentimento que todas as decisões que tomei foram as melhores que podia tomar. Nesse ano conheci pessoas maravilhosas, tive que lidar com um número imenso de personalidades únicas com seus devidos modos de enxergar o mundo e isso foi uma das partes mais divertidas.

Nesse ano comecei a morar só, numa cidade completamente nova, precisei desenvolver novas habilidades de sobrevivência como não queimar o feijão e descobrir que a louça não se lava sozinha.

Não tenho o que reclamar de 2013, não posso reclamar de um ano que me fez crescer e amadurecer um pouquinho, que até com algumas crises de rins consegui extrair o melhor da situação e perceber que tudo é passageiro, até a dor de parir um alien rochoso pelo seu… … bem…

Obrigado pessoas que fizeram parte da minha 18º temporada e que vocês tenham um excelente 2014.

Checkpoint

Chega um momento da vida que você simplesmente precisa sair da bolha, seja na hora de procurar outro emprego, desenvolver alguma habilidade ou ir para a faculdade, é nesse último que quero focar. 2011 começou esse processo, fim do terceiro ano, aquelas pessoas que você se apegou… cada uma indo para um lado, algumas relações “para sempre” se quebrando, outras “nem pensar” ficando mais forte e assim o processo natural de fases acontecendo.

É engraçado passar por esse momento, pois na mesma medida que é algo empolgante, novas pessoas, nova cidade, momentos inéditos… é chato pensar nos amigos que você não irá mais ver com frequência, aquelas horas que tudo está calmo e pacífico, do nada começa a chegar um…outro e no final você está cantando Beautiful Girls no terceiro andar… não serão mais tão comuns ou quando até o fim do mundo vira motivo pra colocar o sufixo “party” e nos encontrarmos.

Nós podemos ver quem realmente é importante nesses transições de fases, quem estará conosco mesmo quando a geografia deixa de ser só uma matéria chata do colégio e se torna um obstáculo, quantas pessoas já perdi o contato por conta dessa bendita? Mas não importa, esse texto é para agradecer pela existência daqueles verdadeiros amigos, que não foi fim do ensino fundamental, médio e até do cursinho antes da faculdade causadores de afastamento, se mantiveram presentes, cada um de sua forma… que depois dessas reuniões relâmpagos que fazemos, o sentimento é de continuação, não há clima estranho ou falta de assunto, continuamos de onde paramos em uma sincronia perfeita, nada é afetado e é essa a beleza que queria registrar para fins de pesquisa no futuro.

:)

Talvez o Jeff de um passado longínquo não sentisse falta de pessoas assim ao seu redor, sociabilidade não era um dos meus fortes, mas hoje não me vejo sem vocês por perto… mais um checkpoint sendo ativado no próximo mês, um dos maiores até agora, talvez o “próximo” sempre seja o maior, não sei… parece que a coisa vai ficando em um level maior, enfim. Vamos ver no próximo.

Nossos medos de cada dia

Aprendi uma coisa interessante nesses últimos dias sobre o medo, damos muita importância a ele, as vezes deixamos de viver, nos privamos, damos a ele o espaço que poderia ser ocupado por boas lembranças, mas por qual razão? Por que carregar essas verdadeiras âncoras? No final você percebe o tempo que você gastou se corroendo por uma coisa que se resolve em alguns minutos. Foram nesses últimos dias que realmente entendi o que Willian P. Young quis dizer em um trecho do seu livro, A Cabana. (Uma boa literatura, diga-se de passagem.)

A escuridão esconde o verdadeiro tamanho dos medos, das mentiras e dos arrependimentos. A verdade é que eles são mais sombra do que realidade, por isso parecem maiores no escuro. Quando a luz brilha nos lugares onde eles vivem no seu interior, você começa a ver o que são realmente.

Finalmente vi o tempo perdido com coisas banais que em ampla escala se tornam irrelevantes, não poderia haver momento melhor pra perceber isso. O que aprendi nesses últimos dias carregarei por toda a minha vida. Não deixarei as sombras das coisas me assustarem ou me privarem de coisas que eu faria caso não as houvessem.

Que tal direcionar sua atenção para as coisas que realmente importam nessa vida? Fazer valer a pena essa sua curta temporada aqui, afinal… ninguém sabe o que vem depois.

2012: Quase uma novela mexicana

2012-01

Finalmente 2012 acabou \o/. Tenho que confessar que esse ano não passou nem perto de se tornar um dos meus favoritos, mas estaria mentindo se dissesse que ele não foi importante… Por onde começar?

Foi nesse ano que tomei uma das decisões mais difíceis (e assustadoras) da minha vida, decidi sair da área da informática e me aventurar no maravilhoso e complicado mundo da publicidade, sim… Pra muitos isso pode ser uma loucura, mas é o que eu quero… Soooo…  Também foi nesse ano que me tornei oficialmente um técnico em T.I., tive meu primeiro contato com o ambiente profissional, sendo estagiário da prefeitura, onde posso dizer que foi uma experiência bastante interessante,  conheci boas pessoas lá e aprendi bastante com elas.

Criei o 4NERD e com ele conheci pessoas incríveis fiz diversos contatos e amigos, tirei a poeira do meu canal do YouTube, pra quem me conhece sabe da minha paixão por edição de vídeo, aprimorei minha técnica e criei minha identidade visual, agora no finalzinho, “pari” o Quatro Lados Iguais, mesmo recém nascido já tá me deixando bastante feliz com o feedback. Ahhhh, também foi nesse ano que tomei coragem e entrei na academia, emagreci alguns quilinhos, n serei modesto, 18 kg pra ser exato (motivo de orgulho pra mim) e na minha conta, sobrevivi a dois apocalipses.

O que realmente salvou o ano foram as pessoas que conheci nele e aquelas que me aturam a já um bom tempo, sem esses dois setores, os novatos e veteranos, 2012 seria jogado para sempre no calabouço dos anos perdidos, começando pela galera do cursinho, mesmo nesse curto período, conheci pessoas que se tornaram verdadeiros amigos.

Não posso esquecer daquelas pessoas que apareçam como obra do destino, fiquei surpreso com essa categoria, afinal… Nesse ano não fui tão social, mas mesmo assim elas apareceram ou ressurgiram, também posso incluir isso aqui.

Em 2012 não pude cortar da lista de “Coisas pra fazer antes de morrer” pular de paraquedas, mas fui para o São João de Sanharó contrariando todas as leis da física, conta? Conheci pessoas incríveis lá de todas as formas que esse adjetivo possa se referir.

De qualquer forma, se você foi marcado nessa nota (falando pra galera do Facebook), só queria agradecer, cada um de vocês, das formas mais diferentes possíveis… Salvaram meu 2012, esse ano tinha tudo pra ser o pior da minha vida, acredite… sem drama. Mas olho pra trás e vejo os novos amigos que fiz, os projetos que criei, os velhos amigos que me sustentam entra ano e sai ano, ano bom ou ruim… Vejo que tudo isso somado as boas lembranças e as ruins (como material de aprendizado)… Fizeram com que esse ano valesse a pena, algumas coisas não saíram como eu planejava, mas como isso não é The Sims (pelo menos eu espero, pq se for… to muito *#%@ com quem me controla) acontece, é aceitar e seguir em frente… Mesmo não sendo uma coisa fácil… Enfim.

Não curto falar nem com anos e nem com meses (?) mas é um grito de desespero:

2013, se você estiver pensando… Só pensando… Em imitar 2012, nem venha… Fique por ai mesmo. Amém. Por que Deus disse: Faça por onde que eu te ajudarei.

Minha principal meta pra 2013: Fazer ele ser completamente diferente do que 2012 foi, meta humilde. :$ Siim… Também quero dar mais “feliz aniversário” ao vivo, não só colocar um textozinho cute na timeline. Sair um “poquin” do PC as vezes faz bem.

Obrigado povo, obrigado Brasil, obrigado meu Deus. Cabeça pro lado, corpinho pro outro. Feliz Ano Novo, bora fazendo… Bora fazendo…